Antropofagia

| 18 de jan de 2012
Não irei entrar muito afundo neste assunto, a antropofagia não um assunto muito agradável para se falar/escrever, mas muito curioso.

Nome de origem grega (anthropos, "homem" e phagein, "comer") “Antropófago” é muitas vezes substituído pela pelo uso comum do “canibalismo na espécie humana” pelo ato de consumo de uma parte, ou várias partes da totalidade de um ser humano. Porém isso não se aplica como canibalismo por não se tratar de um hábito alimentar, mas na maioria dos casos, consiste num tipo de ritual religioso/mágico como forma de prestar seu respeito e desejo de adquirir as suas características.

Antropofagia indígena no Brasil colonial
Recentemente vimos um caso que podemos chamar de antropofagia, onde dois apresentadores holandeses provam a carne um do outro, o programa, exibido no mês passado em uma TV suíça, não foi um ritual de magia, foi uma forma de atrair a audiência dos telespectadores, os pequeníssimos “pedaços” dos apresentadores foi preparado por um chef antes do consumo “olho a olho”.

Mas já houve casos em que o canibalismo foi necessário para a sobrevivência:

Em 1846, um grupo de 90 pessoas liderado por George Donner ficou preso em uma nevasca no alto de Serra Nevada, na Califórnia. Os sobreviventes tiveram que comer a carne de seus companheiros mortos para permanecerem vivos.

Uma história semelhante ocorreu em 1972. O "Voo Força Aérea Uruguaia 571", que transportava 46 pessoas, entre eles a Seleção de Rúgbi Uruguaia, despenhou na Cordilheira dos Andes. Apenas 16 pessoas se salvaram. O estoque de alimentos a bordo acabou rapidamente e o único meio encontrado pelo grupo para sobreviver foi recorrer aos corpos dos colegas mortos. A história foi retratada no filme: “Vivos" de 1993. Veja o trailer:






Também existem casos de canibalismo patológicos extremos, onde pessoas - PSICOPATAS - o fazem por prazer, muitas vezes associado a um contexto sexual. Por exemplo, nos EUA, durante a década de 1920, Albert Fish estuprou, matou e devorou várias crianças, alegando ter tido um grande prazer sexual resultante de seus atos. O russo Andrei Chikatilo, que matou pelo menos 53 pessoas entre 1978 e 1990, também era praticante do canibalismo com conotações sexuais.

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